quarta-feira, 27 de maio de 2009

Fase de Pesquisa e Linguagens de Stelarc

Iniciamos a fase da pesquisa. Na busca pela iconografia a respeito do artista, verificamos que, para expor seus conceitos, Stelarc muitas vezes apresenta-se inserido dentro de três tipos de linguagens que identificamos serem as mais constantes em suas obras: a Body Art, a Cibercultura e o Cyberpunk.

BODY ART

Stelarc utiliza o corpo como suporte para a arte. O artista tem realizadas mais de 20 suspensões corporais, numa forma de transcender simbolicamente os limites de seu próprio corpo.

CIBERCULTURA

Segundo Pierre Levy, cibercultura é o conjunto de técnicas (materiais e intelectuais), de práticas, de atitudes, de modos de pensamento e de valores que se desenvolve juntamente com o crescimento do ciberespaço. Stelarc, em suas perfomances controladas via web, busca quebrar distâncias entre o homem e a máquina, uma das discussões da cibercultura.

CYBERPUNK

Como um ramo da cibercultura, a subcultura cyberpunk é a que melhor define o trabalho de Stelarc, pois discute principalmente o conceito de interação entre homem e máquina. A estética e a ideologia cyberpunk iniciou-se oficialmente em 1983, nas mãos do escritor de ficção científica Bruce Bethke. Então o cyberpunk passou a englobar um misto de moda, música e arte.

Sobre o site "Eu, Máquina"

Projeto interdisciplinar realizado a partir do terceiro semestre do curso de Design Digital, cujo tema é "Design, Arte e Tecnologia" e tendo como sub-tema o artista Stelarc.

ARTE, DESIGN E TECNOLOGIA

Durante a fase do trabalho teórico, buscamos demonstrar a inter-relação entre design, arte e tecnologia. Definido isso, passamos a buscar a identificação desses elementos na obra do artista.

STELARC

O artista australiano é um dos pioneiros na exposição da ciberarte e busca, em suas perfomances, discutir o quanto o corpo humano é obsoleto. Ele propõe uma reestruturação do corpo, acoplando máquinas ao organismo como uma forma de aprimorar as capacidades psico-fisiológicas do homem.

terça-feira, 26 de maio de 2009

A poucos passos

Já estamos a poucas horas da apresentação para a banca e ainda resolvemos alguns aspectos do site, estamos contando com boa vontade e determinação dos integrantes do grupo e esperamos que tudo ocorra bem.

Painel Cientifico







Com a apresentação a horas de ser feita, estamos vendo os ultimos detalhes (detalhes para sermos humildes), os papeis já fora a gráfica. Segue nosso painel cientifico, que vem com a intenção de demonstrar um pouco do que se trata o site e resumir nossos processos.






Algumas dificuldades

Ao optarmos por proporcionar diferentes interações ao usuário, tivemos algumas dificuldades na programação, ao começar por comandos randomicos e disparar as animações que rodariam nos joguinhos dos diferentes layouts, estamos aprimoramos até agora algumas coisas, mas muitas das dificuldades já foram resolvidas.

Os layouts e a interação



Temos a proposta de testar a memória do usuário a cada layout sendo que todos fazem referencia as musas da inspiração e a memória em si. Procuramos desta forma fazer como que o usuário presencie o conceito da memória obsoleta ao invés de apenas visualizá-lo.

domingo, 10 de maio de 2009

As nove filhas da memória

Mnemósine era a antiga deusa grega da memória, uma titânide filha de Gaia e Urano, responsável por fazer com que os humanos lembrem e esquençam. Para fazer com que os feitos dos deuses fossem lembrados, durante nove dias zeus teve relaçoes com ela e depois de um período ela dá a luz as nove musas da inspiração que tinham determinadas areas de influência: Calíope(poesia épica), Clio(história), Erato(poesia lírica), Euterpe(música), Melpômene(tragédia), Polímnia(musica cerimonial), Tália (comédia), Terpsícore (dança), Urânia(astronomia). Decidimos, usando o termo obsolelência, discutir o quanto a memória humana pode ser obsoleta, no site experimental haverá layouts que tenham relações com as musas e Mnemósine, além de interatividades que explorem a memória.